# Tendinite no Punho Montes Claros | Dr. Rodrigo Barros

> Dor no punho ao girar a mão ou fazer pinça com o polegar, ligada a esforço repetitivo. Avaliação com cirurgião da mão em Montes Claros.

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Esforço repetitivo

# Tendinites do Punho e Tenossinovite de De Quervain em Montes Claros

Última atualização: 22 de setembro de 2026

Dor no punho ao girar a mão ou fazer pinça com o polegar, ligada a esforço repetitivo.

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![Avaliação do primeiro compartimento extensor durante consulta](/images/misc/medico-avaliando-o-lado-do-polegar-no-punho-de-um-.webp)

Dr. Rodrigo Barros

CRM-MG 85593 · RQE 63108 · RQE 72524

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## O que são as tendinites da mão e do punho

Tendão é a estrutura que liga o músculo ao osso e transmite a força do movimento. Na mão e no punho, os tendões deslizam por compartimentos estreitos, cada um com seu envoltório. Quando esse deslizamento encontra resistência por uso repetido, o envoltório se irrita, engrossa e o espaço fica ainda mais apertado. Esse é o mecanismo geral das tendinites e das tenossinovites da região.

A forma mais conhecida é a tenossinovite de De Quervain, que acomete o primeiro compartimento extensor, no lado do polegar junto ao punho. Ali passam dois tendões, o abdutor longo do polegar e o extensor curto do polegar. A dor aparece ao girar a mão, ao fazer pinça e ao segurar peso com o polegar afastado. Levantar uma criança no colo, torcer um pano, abrir uma tampa e usar o celular com o polegar são gestos que costumam reproduzir o sintoma.

Existem outras tendinites frequentes na região, envolvendo os extensores do punho ou os flexores, cada uma com seu ponto doloroso característico. A localização precisa da dor é, na prática, o principal elemento de diagnóstico.

Esse grupo de condições está ligado a esforço repetitivo e aparece com frequência em contextos de LER e DORT. Isso não significa que o trabalho seja o único fator: alterações hormonais, período pós-parto, mudanças de rotina e início de uma nova atividade física também entram na conta.

![Modelo anatômico mostrando os tendões do primeiro compartimento extensor](/images/content/modelo-anatomico-de-punho-mostrando-os-tendoes-do-.webp)

### Situações que aparecem com frequência no consultório

#### “Dói quando pego meu filho no colo”

É a descrição mais característica de De Quervain. O gesto combina afastamento do polegar com desvio do punho, exatamente a combinação que põe os tendões do primeiro compartimento sob tensão.

#### “Começou depois que mudei de função no trabalho”

Mudanças de rotina, de ferramenta ou de volume de tarefas são gatilhos comuns. O plano de tratamento inclui olhar para o gesto que se repete, não apenas para o tendão inflamado.

#### “Tomei anti-inflamatório, melhorou e voltou”

O alívio temporário sem mudança no fator que causou o quadro costuma resultar em recorrência. Por isso a conduta associa alívio, proteção e ajuste da atividade.

#### “Faço fisioterapia há meses e continuo igual”

Sem progresso, o diagnóstico é reavaliado. Dor no lado do polegar também pode vir de rizartrose, e as duas condições pedem caminhos diferentes.

## Como o diagnóstico é feito

O ponto de partida é mapear o gesto que provoca a dor. Qual movimento dói, há quanto tempo, em qual atividade, e o que mudou na rotina antes de o sintoma aparecer.

O exame físico localiza a estrutura envolvida com precisão. Na tenossinovite de De Quervain, a dor se concentra sobre o primeiro compartimento extensor, e o teste de Finkelstein reproduz o sintoma ao colocar os tendões sob tensão. Em outras tendinites, a palpação dirigida e os testes de resistência identificam o compartimento comprometido.

O diagnóstico diferencial importa. Dor no lado do polegar também pode vir de rizartrose, que é a artrose na base do polegar, e o tratamento das duas condições é diferente. A ultrassonografia musculoesquelética apoia casos duvidosos, e o raio-x entra quando há suspeita de envolvimento articular.

| Queixa | Estrutura provável | Teste habitual |
| --- | --- | --- |
| Dor no lado do polegar ao girar a mão | Primeiro compartimento extensor | Teste de Finkelstein |
| Dor na base do polegar ao girar chave | Articulação trapézio-metacarpiana | Manobra de compressão articular |
| Dor no dorso do punho ao apoiar | Extensores do punho | Extensão resistida |
| Dor na palma com travamento do dedo | Polia e tendão flexor | Palpação da polia e teste de flexão |

## Caminhos de tratamento

O tratamento é conservador na grande maioria dos casos, e tem três frentes que caminham juntas.

A primeira é o ajuste de atividades. Isso raramente significa parar tudo. Significa identificar o gesto que mantém a irritação e mudar a forma de executá-lo, alternar tarefas ou ajustar a ferramenta e a postura.

A segunda é a proteção com órtese. A órtese de polegar e punho mantém as estruturas em repouso relativo por períodos definidos, reduzindo o atrito repetido enquanto a irritação cede.

A terceira é a reabilitação. Fisioterapia e terapia de mão trabalham mobilidade, controle e fortalecimento progressivo, preparando o tendão para voltar a suportar a demanda. O acompanhamento é feito em conjunto, e as reavaliações acontecem no consultório.

A infiltração periarticular é opção em casos selecionados, quando o quadro não responde ou quando a intensidade da dor justifica. A indicação é definida na consulta, e os detalhes estão na página de 

infiltração e medicina regenerativa

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A cirurgia é reservada para casos que não respondem ao tratamento conservador bem conduzido. Quando indicada, ela libera o compartimento por onde os tendões deslizam, e a conversa inclui riscos, benefícios e tempo médio de recuperação.

## Quando procurar avaliação

Vale marcar uma consulta quando a dor no punho persiste por semanas, quando ela limita gestos simples do dia a dia, quando volta sempre que você retoma a atividade, ou quando meses de fisioterapia não trouxeram progresso.

Não existe receita de bolo. Duas pessoas com a mesma tendinite podem precisar de planos diferentes, porque a atividade que cada uma exerce e a forma como cada mão é usada não são iguais. Por isso o plano é montado caso a caso na consulta com o 

cirurgião da mão em Montes Claros

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O que está incluído

## O que a avaliação de tendinites inclui

Cada item abaixo faz parte do atendimento desta condição, do primeiro exame ao acompanhamento depois do tratamento. O que entra em cada caso é definido na consulta.

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-   Exame físico dirigido ao primeiro compartimento extensor
-   Ajuste de atividades e órtese como primeiro passo
-   Infiltração quando indicada
-   Trabalho em conjunto com fisioterapia e terapia de mão
-   Reavaliação do diagnóstico quando a fisioterapia não traz progresso

Quando tempos de recuperação aparecem nesta página, eles são apresentados como média e dependem de cada caso.

Por que nos escolher

## Por que avaliar tendinites com um cirurgião da mão

### Diagnóstico preciso do compartimento

Dor no punho tem várias origens possíveis. O exame localiza a estrutura envolvida antes de definir qualquer tratamento.

### Conduta conservadora bem conduzida

A maior parte dos casos responde a ajuste de atividades, órtese e acompanhamento. A infiltração entra quando é a indicação, não por rotina.

### Trabalho em equipe

Fisioterapia e terapia de mão fazem parte do plano, e o acompanhamento é feito em conjunto, com reavaliações no consultório.

### Quando o tratamento não avança

Meses de fisioterapia sem progresso são motivo para revisar o diagnóstico, não para repetir a mesma conduta.

Como funciona

## A avaliação de tendinites, etapa por etapa

A sequência é a mesma em qualquer queixa da mão. O que muda é o que cada etapa procura.

1.  Etapa 1
    
    ### Mapear o gesto que dói
    
    Qual movimento provoca a dor, há quanto tempo, em qual atividade ela aparece e se houve mudança recente de rotina, trabalho ou treino.
    
2.  Etapa 2
    
    ### Localizar a estrutura
    
    O exame identifica o compartimento envolvido com manobras dirigidas, como o teste de Finkelstein na tenossinovite de De Quervain.
    
3.  Etapa 3
    
    ### Tratar de forma conservadora
    
    Ajuste de atividades, órtese de polegar e punho e, quando indicada, infiltração. O plano é construído junto com a fisioterapia e a terapia de mão.
    
4.  Etapa 4
    
    ### Reavaliar o progresso
    
    A fisioterapia não deve ser indefinida. Sem progresso, o diagnóstico é reavaliado e a conduta ajustada, em conjunto com o fisioterapeuta.
    

Tempos de recuperação, quando citados, são apresentados como média e dependem de cada caso.

## Quer avaliar o seu caso de tendinites?

O agendamento e as dúvidas sobre convênio podem ser resolvidos pelo WhatsApp, antes da consulta.

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Consultório

## O ambiente e os recursos do atendimento

Imagens do consultório, dos recursos usados para explicar cada condição e do acompanhamento feito depois de um procedimento.

Depoimentos

## O que dizem os pacientes atendidos em Montes Claros

5,0 no Google com 9 avaliações

> Excelente profissional, com excelente atendimento.

Carlos Augusto Martins de Carvalho Avaliação publicada no Google

> Um excelente profissional. Ele se importa com o paciente, é muito educado e demonstra muita segurança no que faz.

Mayta Souto Cruz Avaliação publicada no Google

> O Dr. Rodrigo mostra que exerce essa profissão por amor. O atendimento foi impecável. Hoje minha mãe faz as coisas dela sem se preocupar. Que Deus o abençoe sempre.

Erika Hipólito Avaliação publicada no Google

Depoimentos publicados por pacientes no perfil público do Google. Resultados de tratamento variam de pessoa para pessoa e dependem de cada caso.

Tem dúvidas?

## Perguntas frequentes sobre tendinites

? O que é a tenossinovite de De Quervain?

É a inflamação do envoltório dos tendões que passam pelo primeiro compartimento extensor, no lado do polegar, junto ao punho. Os tendões envolvidos são o abdutor longo do polegar e o extensor curto do polegar, e eles deslizam por um túnel estreito. Quando esse deslizamento encontra resistência, aparece dor no lado do polegar que piora ao girar a mão, ao fazer pinça ou ao segurar peso com o polegar afastado. Levantar uma criança no colo e torcer um pano são gestos que costumam reproduzir a dor com clareza.

? Como o diagnóstico é feito?

Pelo exame físico. A dor tem localização bem definida sobre o primeiro compartimento extensor, e manobras dirigidas, como o teste de Finkelstein, reproduzem o sintoma ao colocar os tendões sob tensão. A ultrassonografia pode apoiar em casos duvidosos ou quando existe outra hipótese na mesa, como rizartrose, que dá dor em região próxima mas com padrão diferente.

? Tendinite tem cura ou sempre volta?

O tratamento busca controlar a dor e recuperar a função, e boa parte dos casos responde bem ao tratamento conservador. O ponto que faz diferença é o que motivou o quadro: quando o gesto repetitivo continua igual, a tendência de recorrência é maior. Por isso o ajuste de atividades e o trabalho de reabilitação fazem parte do plano, e não só a medicação para a dor do momento.

? Preciso parar de trabalhar?

Isso é definido na consulta. O ajuste de atividades nem sempre significa parar. Muitas vezes significa mudar a forma de executar o gesto, alternar tarefas, ajustar a altura da bancada ou usar órtese em períodos específicos. A decisão considera a sua função e o estágio do quadro.

? A infiltração é sempre necessária?

Não. Ela é uma opção em casos selecionados, com a indicação definida na consulta. O tratamento começa com ajuste de atividades e órtese, e a infiltração entra quando o quadro não responde ou quando a intensidade da dor justifica. Os detalhes estão na página de infiltração e medicina regenerativa.

? Faço fisioterapia há meses e não melhoro. Devo continuar?

A fisioterapia não deve ser indefinida. Sem progresso, vale reavaliar o diagnóstico e ajustar o tratamento, em conjunto com o fisioterapeuta. Às vezes o que parecia tendinite é outra condição, e a mudança de hipótese muda o caminho inteiro.

? Tem relação com LER e DORT?

As tendinites da mão e do punho estão ligadas a esforço repetitivo e aparecem nesse contexto com frequência. A avaliação considera a exigência da sua atividade, e o plano inclui o que pode ser ajustado nela.

? Existe cirurgia para De Quervain?

Existe, e ela é reservada para casos que não respondem ao tratamento conservador bem conduzido. O procedimento libera o compartimento por onde os tendões deslizam. A indicação é discutida com riscos, benefícios e tempo médio de recuperação.

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Conteúdo educativo

## Guias sobre tendinites

Como é a consulta com o cirurgião da mãoOuvir a história inteira, examinar a mão, conferir os exames trazidos e decidir junto. Veja as etapas da consulta e o que levar. Ler o guia

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Ortopedista ou cirurgião da mão: qual a diferençaO cirurgião da mão faz uma residência a mais, de dois anos, só de mão, punho e nervos periféricos, com RQE próprio. Entenda a diferença. Ler o guia

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