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Trauma recente

Fraturas de Mão, Dedos, Punho e Antebraço em Montes Claros

Das situações que o Dr. Rodrigo mais atende, do gesso à fixação com placa e parafusos.

  • RQE 72524 · Cirurgia da Mão
  • RQE 63108 · Ortopedia
  • Montes Claros, MG
Punho imobilizado com tala durante avaliação no consultório

Dr. Rodrigo Barros

CRM-MG 85593 · RQE 63108 · RQE 72524

  • 5,0 no Google com 9 avaliações
  • CRM-MG 85593 · RQE 63108 · RQE 72524
  • Consultório na Clínica Orthopédica, Montes Claros
  • Agendamento e dúvidas pelo WhatsApp

O que está em jogo numa fratura de mão ou punho

As fraturas de mão, dedos, punho e antebraço estão entre as situações mais atendidas no consultório. Uma queda com a mão espalmada, uma pancada durante o esporte, um acidente com ferramenta ou um tropeço em casa: o mecanismo muda, mas a pergunta que chega é quase sempre a mesma. Precisa operar?

A resposta depende de três coisas. Primeiro, o desvio: o quanto os fragmentos saíram de lugar. Segundo, a estabilidade: se a fratura tende a se manter na posição correta durante a consolidação ou se tende a escorregar. Terceiro, o envolvimento da articulação: fraturas que atingem a superfície articular têm exigência de precisão maior, porque um degrau mínimo ali gera atrito ao longo dos anos.

Por trás dessas três variáveis existe um princípio simples. A mão é uma estrutura de precisão. Uma fratura que consolida fora da posição pode deixar deformidade ou perda de movimento, e reconstruir depois é sempre mais difícil do que alinhar na hora certa.

Os ossos envolvidos variam. O rádio distal, na base do punho, é o mais frequente em quedas. O escafoide carpal, um dos ossos pequenos do punho, merece atenção especial porque nem sempre aparece no raio-x inicial e tem risco de pseudoartrose quando passa despercebido. Nos dedos, as fraturas dos ossos metacárpicos e das falanges trazem o desafio adicional da rotação.

Radiografia de punho analisada no consultório, sem dados de paciente visíveis

Situações que aparecem com frequência no consultório

“Caí com a mão espalmada e o punho inchou”

É o mecanismo clássico da fratura do rádio distal. O inchaço, a dor ao movimentar e a deformidade em degrau no punho são sinais típicos. A avaliação define se a posição dos fragmentos permite tratamento com imobilização.

“Levei uma pancada no dedo e ele ficou torto ao fechar a mão”

Esse é o caso em que o exame físico decide. Quando o dedo gira ao fechar a mão, a chamada deformidade rotacional, a indicação costuma ser cirúrgica, mesmo quando o raio-x parece pouco alterado.

“O raio-x deu normal, mas a dor não passa”

Fraturas do escafoide podem não aparecer na imagem inicial. A dor localizada na tabaqueira anatômica, na base do polegar, pede reavaliação e, muitas vezes, exame complementar. Escafoide não tratado é a causa mais comum de pseudoartrose no punho.

“Quebrei há meses e ficou torto”

Consolidações viciosas e sequelas também são atendidas. A avaliação define o quanto a deformidade compromete a função e quais opções existem para corrigir o alinhamento ou recuperar movimento.

Como o diagnóstico é feito

A consulta começa pela história do trauma: como aconteceu, há quanto tempo, o que foi feito no primeiro atendimento. O mecanismo já aponta padrões prováveis de lesão.

O exame físico vem em seguida e não se limita a olhar o alinhamento. Ele avalia a rotação dos dedos com a mão fechada, a estabilidade das articulações, os pontos dolorosos específicos e a sensibilidade, porque fraturas podem vir acompanhadas de lesão de nervo. Numa fratura de dedo, só o exame mostra se o dedo gira ao fechar a mão, e esse detalhe muda a indicação.

As imagens são lidas junto com o exame. O raio-x em incidências adequadas resolve a maior parte dos casos. Quando há suspeita de fratura do escafoide com imagem inicial normal, ou quando é preciso detalhar uma fratura articular, exames complementares entram em cena. A artroscopia de punho é uma técnica que, em situações selecionadas, permite tratar algumas fraturas e lesões da fibrocartilagem triangular por pequenas incisões.

Tipo de fraturaO que costuma pesarConduta habitual
Rádio distal sem desvioEstabilidade mantida nos retornosImobilização com acompanhamento
Rádio distal desviada ou articularDesvio e envolvimento da superfície articularRedução e osteossíntese, frequentemente com placa volar bloqueada
Metacarpo ou falange com rotaçãoDedo que gira ao fechar a mãoFixação cirúrgica
EscafoideRisco de pseudoartroseImobilização prolongada ou fixação, conforme o traço

Caminhos de tratamento

O tratamento com imobilização é indicado quando a fratura está bem posicionada e é estável, ou quando a redução incruenta, feita sem cirurgia, consegue e mantém o alinhamento. Nesse caminho, o acompanhamento durante o período de gesso é parte do tratamento, não formalidade: é ele que confirma que a posição se manteve.

A cirurgia entra quando o alinhamento não pode ser obtido ou mantido sem fixação. A osteossíntese devolve os fragmentos à anatomia e os estabiliza com placa e parafusos ou com fios de Kirschner, dependendo do padrão da fratura. Nas fraturas do rádio distal, a placa volar bloqueada é uma das opções mais usadas.

Quando as duas opções são válidas, entra a conversa que considera a sua vida. Quem precisa voltar logo ao trabalho pode se beneficiar da cirurgia. Quem prefere evitar o procedimento pode seguir com o gesso, sabendo o que isso significa em tempo de imobilização e em acompanhamento. Não existe receita de bolo.

Depois vem a reabilitação. A terapia de mão e a fisioterapia fazem parte do plano na maioria dos casos, e o trabalho é feito em conjunto, com reavaliações no consultório.

Quando procurar avaliação

Procure um pronto-socorro imediatamente quando houver deformidade evidente, ferimento aberto sobre a fratura, perda de sensibilidade, dedo pálido ou frio, ou dor intensa que não cede.

Marque uma consulta quando a dor persistir depois de um trauma, mesmo com raio-x considerado normal, quando o dedo ficar torto ao fechar a mão, quando o movimento não voltar depois da retirada do gesso ou quando uma fratura antiga tiver deixado deformidade ou limitação.

Melhor do que uma cirurgia é uma boa indicação. Nas fraturas, isso significa alinhar bem, imobilizar quando dá para imobilizar, fixar quando a fratura pede fixação, e acompanhar até o fim em qualquer um dos dois caminhos — o acompanhamento com o cirurgião da mão em Montes Claros segue do primeiro atendimento ao retorno da função.

O que está incluído

O que a avaliação de fraturas inclui

Cada item abaixo faz parte do atendimento desta condição, do primeiro exame ao acompanhamento depois do tratamento. O que entra em cada caso é definido na consulta.

Agendar pelo WhatsApp
  • Avaliação de fraturas recentes de mão, dedos, punho e antebraço
  • Exame físico que identifica rotação do dedo ao fechar a mão
  • Tratamento com imobilização gessada quando indicado
  • Osteossíntese com placa e parafusos quando a fratura pede fixação
  • Atendimento de fraturas consolidadas fora da posição e sequelas
  • Decisão compartilhada considerando trabalho e rotina do paciente

Quando tempos de recuperação aparecem nesta página, eles são apresentados como média e dependem de cada caso.

Por que nos escolher

Por que avaliar fraturas com um cirurgião da mão

O exame físico que o raio-x não mostra

Numa fratura de dedo, só o exame mostra se o dedo gira ao fechar a mão. Esse detalhe pode ser o que define a indicação cirúrgica.

Duas opções, uma conversa

Quando gesso e cirurgia são caminhos válidos, conta a vida do paciente. Quem precisa voltar logo ao trabalho e quem prefere evitar a cirurgia recebem orientações diferentes.

Formação em trauma complexo

Residência em Cirurgia da Mão e Microcirurgia no Hospital João XXIII, referência estadual em trauma, somada à residência em Ortopedia e Traumatologia.

Sequelas também são atendidas

Fraturas consolidadas fora da posição, rigidez e perda de movimento depois de um trauma antigo entram na avaliação.

Como funciona

A avaliação de fraturas, etapa por etapa

A sequência é a mesma em qualquer queixa da mão. O que muda é o que cada etapa procura.

  1. Etapa 1

    Entender o trauma

    Como aconteceu, há quanto tempo, qual foi o primeiro atendimento e o que já foi feito. O mecanismo do trauma orienta as hipóteses.

  2. Etapa 2

    Examinar a mão

    Além do alinhamento visível, o exame procura rotação do dedo ao fechar a mão, instabilidade e pontos dolorosos como a tabaqueira anatômica.

  3. Etapa 3

    Ler as imagens em conjunto

    O raio-x é analisado junto com o exame físico. Em fraturas do escafoide e lesões articulares, exames adicionais podem ser necessários.

  4. Etapa 4

    Escolher o tratamento

    Gesso ou cirurgia. Quando há duas opções válidas, a decisão considera o seu trabalho, a sua rotina e o que você espera da recuperação.

Tempos de recuperação, quando citados, são apresentados como média e dependem de cada caso.

Quer avaliar o seu caso de fraturas?

O agendamento e as dúvidas sobre convênio podem ser resolvidos pelo WhatsApp, antes da consulta.

Consultório

O ambiente e os recursos do atendimento

Imagens do consultório, dos recursos usados para explicar cada condição e do acompanhamento feito depois de um procedimento.

Depoimentos

O que dizem os pacientes atendidos em Montes Claros

5,0 no Google com 9 avaliações

Fui e continuo sendo muito bem atendido pelo Dr. Rodrigo e pela equipe dele, que vem me dando todo o suporte necessário.
João Marcos Barbosa Avaliação publicada no Google
Excelente profissional, muito dedicado e atencioso. Obrigado, Dr. Rodrigo, por cuidar tão bem do meu filho.
Orivaldo Neto Avaliação publicada no Google
Desde o primeiro momento, o Dr. Rodrigo se mostrou um excelente profissional, passando segurança e confiança no tratamento. O cuidado depois do procedimento foi humano e efetivo. Recomendo com convicção.
Luciano Alves Avaliação publicada no Google

Depoimentos publicados por pacientes no perfil público do Google. Resultados de tratamento variam de pessoa para pessoa e dependem de cada caso.

Tem dúvidas?

Perguntas frequentes sobre fraturas

? Toda fratura de punho precisa de cirurgia?

Não. O que define a conduta é o desvio dos fragmentos, a estabilidade da fratura e se a articulação foi envolvida. Fraturas bem alinhadas e estáveis costumam ser tratadas com imobilização, com acompanhamento durante o período de consolidação para confirmar que a posição se mantém. Fraturas desviadas, instáveis ou que atingem a superfície articular tendem a pedir fixação, porque uma fratura que consolida fora da posição pode deixar deformidade ou perda de movimento. A avaliação reúne o raio-x e o exame físico antes de qualquer decisão.

? O raio-x sozinho decide o tratamento?

Não decide sozinho. Ele mostra o osso, mas não mostra tudo. Numa fratura de dedo, por exemplo, só o exame físico revela se o dedo gira ao fechar a mão, o que chamamos de deformidade rotacional. Esse giro pode ser sutil na imagem e evidente quando o paciente fecha a mão, e costuma indicar cirurgia porque compromete a função da pinça e do aperto. É um dos motivos pelos quais a consulta presencial não é substituível pelo envio de uma imagem.

? Quanto tempo fico com gesso?

O tempo é definido caso a caso, de acordo com o osso envolvido, o tipo de fratura e a evolução vista nos retornos. Durante a imobilização são feitas reavaliações para confirmar que a posição se mantém. Quando existe qualquer sinal de desvio, a conduta é revista.

? O que acontece se a fratura consolidar fora da posição?

Pode deixar deformidade visível, perda de movimento ou dor ao esforço. É exatamente por isso que o acompanhamento durante a consolidação importa tanto. Consolidações viciosas antigas também são avaliadas no consultório, e existem opções de tratamento para elas.

? Machuquei o punho, o raio-x veio normal e continuo com dor. O que pode ser?

Vale reavaliar. Algumas fraturas, como a do escafoide, podem não aparecer no raio-x inicial. A dor localizada na tabaqueira anatômica, que é a depressão na base do polegar, é um sinal que pede atenção, porque o escafoide não tratado pode evoluir para pseudoartrose. Exames complementares podem ser necessários.

? Trabalho e não posso parar. Isso muda a conduta?

Entra na conversa. Quando existem duas opções válidas, conta a vida do paciente. Quem precisa voltar logo ao trabalho pode se beneficiar da cirurgia, que permite uma reabilitação mais precoce em alguns casos, e quem prefere evitá-la pode seguir com o gesso quando a fratura permite. A decisão é compartilhada.

? Como é a fixação com placa e parafusos?

A osteossíntese reposiciona os fragmentos na anatomia correta e os mantém estáveis com placa e parafusos enquanto o osso consolida. No rádio distal, a placa volar bloqueada é uma das opções mais usadas. A escolha do material e da via de acesso depende do padrão da fratura.

? Preciso fazer fisioterapia depois?

Na maior parte dos casos, sim. A imobilização e a cirurgia trazem rigidez, e a terapia de mão e a fisioterapia fazem parte do plano. O acompanhamento é feito em conjunto com o terapeuta, com reavaliações no consultório.

? Quando o trauma exige atendimento no mesmo dia?

Deformidade evidente, ferimento aberto sobre a fratura, perda de sensibilidade, dedo pálido ou frio e dor intensa que não cede são situações de pronto-socorro. Nesses casos, procure atendimento imediatamente em vez de aguardar uma consulta agendada.

Ainda ficou com alguma dúvida?

O agendamento e as dúvidas sobre convênio podem ser resolvidos pelo WhatsApp, antes mesmo da consulta.

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Agendamento pela recepção da clínica, de segunda a sexta, em horário comercial, ou pelo WhatsApp. Ao agendar pela clínica, informe que a consulta é com o Dr. Rodrigo Barros. Os dias de consulta são informados no agendamento.

Dr. Rodrigo Barros - CRM-MG 85593 · RQE 63108 · RQE 72524

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