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Esforço repetitivo

Tendinites do Punho e Tenossinovite de De Quervain em Montes Claros

Dor no punho ao girar a mão ou fazer pinça com o polegar, ligada a esforço repetitivo.

  • RQE 72524 · Cirurgia da Mão
  • RQE 63108 · Ortopedia
  • Montes Claros, MG
Avaliação do primeiro compartimento extensor durante consulta

Dr. Rodrigo Barros

CRM-MG 85593 · RQE 63108 · RQE 72524

  • 5,0 no Google com 9 avaliações
  • CRM-MG 85593 · RQE 63108 · RQE 72524
  • Consultório na Clínica Orthopédica, Montes Claros
  • Agendamento e dúvidas pelo WhatsApp

O que são as tendinites da mão e do punho

Tendão é a estrutura que liga o músculo ao osso e transmite a força do movimento. Na mão e no punho, os tendões deslizam por compartimentos estreitos, cada um com seu envoltório. Quando esse deslizamento encontra resistência por uso repetido, o envoltório se irrita, engrossa e o espaço fica ainda mais apertado. Esse é o mecanismo geral das tendinites e das tenossinovites da região.

A forma mais conhecida é a tenossinovite de De Quervain, que acomete o primeiro compartimento extensor, no lado do polegar junto ao punho. Ali passam dois tendões, o abdutor longo do polegar e o extensor curto do polegar. A dor aparece ao girar a mão, ao fazer pinça e ao segurar peso com o polegar afastado. Levantar uma criança no colo, torcer um pano, abrir uma tampa e usar o celular com o polegar são gestos que costumam reproduzir o sintoma.

Existem outras tendinites frequentes na região, envolvendo os extensores do punho ou os flexores, cada uma com seu ponto doloroso característico. A localização precisa da dor é, na prática, o principal elemento de diagnóstico.

Esse grupo de condições está ligado a esforço repetitivo e aparece com frequência em contextos de LER e DORT. Isso não significa que o trabalho seja o único fator: alterações hormonais, período pós-parto, mudanças de rotina e início de uma nova atividade física também entram na conta.

Modelo anatômico mostrando os tendões do primeiro compartimento extensor

Situações que aparecem com frequência no consultório

“Dói quando pego meu filho no colo”

É a descrição mais característica de De Quervain. O gesto combina afastamento do polegar com desvio do punho, exatamente a combinação que põe os tendões do primeiro compartimento sob tensão.

“Começou depois que mudei de função no trabalho”

Mudanças de rotina, de ferramenta ou de volume de tarefas são gatilhos comuns. O plano de tratamento inclui olhar para o gesto que se repete, não apenas para o tendão inflamado.

“Tomei anti-inflamatório, melhorou e voltou”

O alívio temporário sem mudança no fator que causou o quadro costuma resultar em recorrência. Por isso a conduta associa alívio, proteção e ajuste da atividade.

“Faço fisioterapia há meses e continuo igual”

Sem progresso, o diagnóstico é reavaliado. Dor no lado do polegar também pode vir de rizartrose, e as duas condições pedem caminhos diferentes.

Como o diagnóstico é feito

O ponto de partida é mapear o gesto que provoca a dor. Qual movimento dói, há quanto tempo, em qual atividade, e o que mudou na rotina antes de o sintoma aparecer.

O exame físico localiza a estrutura envolvida com precisão. Na tenossinovite de De Quervain, a dor se concentra sobre o primeiro compartimento extensor, e o teste de Finkelstein reproduz o sintoma ao colocar os tendões sob tensão. Em outras tendinites, a palpação dirigida e os testes de resistência identificam o compartimento comprometido.

O diagnóstico diferencial importa. Dor no lado do polegar também pode vir de rizartrose, que é a artrose na base do polegar, e o tratamento das duas condições é diferente. A ultrassonografia musculoesquelética apoia casos duvidosos, e o raio-x entra quando há suspeita de envolvimento articular.

QueixaEstrutura provávelTeste habitual
Dor no lado do polegar ao girar a mãoPrimeiro compartimento extensorTeste de Finkelstein
Dor na base do polegar ao girar chaveArticulação trapézio-metacarpianaManobra de compressão articular
Dor no dorso do punho ao apoiarExtensores do punhoExtensão resistida
Dor na palma com travamento do dedoPolia e tendão flexorPalpação da polia e teste de flexão

Caminhos de tratamento

O tratamento é conservador na grande maioria dos casos, e tem três frentes que caminham juntas.

A primeira é o ajuste de atividades. Isso raramente significa parar tudo. Significa identificar o gesto que mantém a irritação e mudar a forma de executá-lo, alternar tarefas ou ajustar a ferramenta e a postura.

A segunda é a proteção com órtese. A órtese de polegar e punho mantém as estruturas em repouso relativo por períodos definidos, reduzindo o atrito repetido enquanto a irritação cede.

A terceira é a reabilitação. Fisioterapia e terapia de mão trabalham mobilidade, controle e fortalecimento progressivo, preparando o tendão para voltar a suportar a demanda. O acompanhamento é feito em conjunto, e as reavaliações acontecem no consultório.

A infiltração periarticular é opção em casos selecionados, quando o quadro não responde ou quando a intensidade da dor justifica. A indicação é definida na consulta, e os detalhes estão na página de infiltração e medicina regenerativa.

A cirurgia é reservada para casos que não respondem ao tratamento conservador bem conduzido. Quando indicada, ela libera o compartimento por onde os tendões deslizam, e a conversa inclui riscos, benefícios e tempo médio de recuperação.

Quando procurar avaliação

Vale marcar uma consulta quando a dor no punho persiste por semanas, quando ela limita gestos simples do dia a dia, quando volta sempre que você retoma a atividade, ou quando meses de fisioterapia não trouxeram progresso.

Não existe receita de bolo. Duas pessoas com a mesma tendinite podem precisar de planos diferentes, porque a atividade que cada uma exerce e a forma como cada mão é usada não são iguais. Por isso o plano é montado caso a caso na consulta com o cirurgião da mão em Montes Claros.

O que está incluído

O que a avaliação de tendinites inclui

Cada item abaixo faz parte do atendimento desta condição, do primeiro exame ao acompanhamento depois do tratamento. O que entra em cada caso é definido na consulta.

Agendar pelo WhatsApp
  • Exame físico dirigido ao primeiro compartimento extensor
  • Ajuste de atividades e órtese como primeiro passo
  • Infiltração quando indicada
  • Trabalho em conjunto com fisioterapia e terapia de mão
  • Reavaliação do diagnóstico quando a fisioterapia não traz progresso

Quando tempos de recuperação aparecem nesta página, eles são apresentados como média e dependem de cada caso.

Por que nos escolher

Por que avaliar tendinites com um cirurgião da mão

Diagnóstico preciso do compartimento

Dor no punho tem várias origens possíveis. O exame localiza a estrutura envolvida antes de definir qualquer tratamento.

Conduta conservadora bem conduzida

A maior parte dos casos responde a ajuste de atividades, órtese e acompanhamento. A infiltração entra quando é a indicação, não por rotina.

Trabalho em equipe

Fisioterapia e terapia de mão fazem parte do plano, e o acompanhamento é feito em conjunto, com reavaliações no consultório.

Quando o tratamento não avança

Meses de fisioterapia sem progresso são motivo para revisar o diagnóstico, não para repetir a mesma conduta.

Como funciona

A avaliação de tendinites, etapa por etapa

A sequência é a mesma em qualquer queixa da mão. O que muda é o que cada etapa procura.

  1. Etapa 1

    Mapear o gesto que dói

    Qual movimento provoca a dor, há quanto tempo, em qual atividade ela aparece e se houve mudança recente de rotina, trabalho ou treino.

  2. Etapa 2

    Localizar a estrutura

    O exame identifica o compartimento envolvido com manobras dirigidas, como o teste de Finkelstein na tenossinovite de De Quervain.

  3. Etapa 3

    Tratar de forma conservadora

    Ajuste de atividades, órtese de polegar e punho e, quando indicada, infiltração. O plano é construído junto com a fisioterapia e a terapia de mão.

  4. Etapa 4

    Reavaliar o progresso

    A fisioterapia não deve ser indefinida. Sem progresso, o diagnóstico é reavaliado e a conduta ajustada, em conjunto com o fisioterapeuta.

Tempos de recuperação, quando citados, são apresentados como média e dependem de cada caso.

Quer avaliar o seu caso de tendinites?

O agendamento e as dúvidas sobre convênio podem ser resolvidos pelo WhatsApp, antes da consulta.

Consultório

O ambiente e os recursos do atendimento

Imagens do consultório, dos recursos usados para explicar cada condição e do acompanhamento feito depois de um procedimento.

Depoimentos

O que dizem os pacientes atendidos em Montes Claros

5,0 no Google com 9 avaliações

Excelente profissional, com excelente atendimento.
Carlos Augusto Martins de Carvalho Avaliação publicada no Google
Um excelente profissional. Ele se importa com o paciente, é muito educado e demonstra muita segurança no que faz.
Mayta Souto Cruz Avaliação publicada no Google
O Dr. Rodrigo mostra que exerce essa profissão por amor. O atendimento foi impecável. Hoje minha mãe faz as coisas dela sem se preocupar. Que Deus o abençoe sempre.
Erika Hipólito Avaliação publicada no Google

Depoimentos publicados por pacientes no perfil público do Google. Resultados de tratamento variam de pessoa para pessoa e dependem de cada caso.

Tem dúvidas?

Perguntas frequentes sobre tendinites

? O que é a tenossinovite de De Quervain?

É a inflamação do envoltório dos tendões que passam pelo primeiro compartimento extensor, no lado do polegar, junto ao punho. Os tendões envolvidos são o abdutor longo do polegar e o extensor curto do polegar, e eles deslizam por um túnel estreito. Quando esse deslizamento encontra resistência, aparece dor no lado do polegar que piora ao girar a mão, ao fazer pinça ou ao segurar peso com o polegar afastado. Levantar uma criança no colo e torcer um pano são gestos que costumam reproduzir a dor com clareza.

? Como o diagnóstico é feito?

Pelo exame físico. A dor tem localização bem definida sobre o primeiro compartimento extensor, e manobras dirigidas, como o teste de Finkelstein, reproduzem o sintoma ao colocar os tendões sob tensão. A ultrassonografia pode apoiar em casos duvidosos ou quando existe outra hipótese na mesa, como rizartrose, que dá dor em região próxima mas com padrão diferente.

? Tendinite tem cura ou sempre volta?

O tratamento busca controlar a dor e recuperar a função, e boa parte dos casos responde bem ao tratamento conservador. O ponto que faz diferença é o que motivou o quadro: quando o gesto repetitivo continua igual, a tendência de recorrência é maior. Por isso o ajuste de atividades e o trabalho de reabilitação fazem parte do plano, e não só a medicação para a dor do momento.

? Preciso parar de trabalhar?

Isso é definido na consulta. O ajuste de atividades nem sempre significa parar. Muitas vezes significa mudar a forma de executar o gesto, alternar tarefas, ajustar a altura da bancada ou usar órtese em períodos específicos. A decisão considera a sua função e o estágio do quadro.

? A infiltração é sempre necessária?

Não. Ela é uma opção em casos selecionados, com a indicação definida na consulta. O tratamento começa com ajuste de atividades e órtese, e a infiltração entra quando o quadro não responde ou quando a intensidade da dor justifica. Os detalhes estão na página de infiltração e medicina regenerativa.

? Faço fisioterapia há meses e não melhoro. Devo continuar?

A fisioterapia não deve ser indefinida. Sem progresso, vale reavaliar o diagnóstico e ajustar o tratamento, em conjunto com o fisioterapeuta. Às vezes o que parecia tendinite é outra condição, e a mudança de hipótese muda o caminho inteiro.

? Tem relação com LER e DORT?

As tendinites da mão e do punho estão ligadas a esforço repetitivo e aparecem nesse contexto com frequência. A avaliação considera a exigência da sua atividade, e o plano inclui o que pode ser ajustado nela.

? Existe cirurgia para De Quervain?

Existe, e ela é reservada para casos que não respondem ao tratamento conservador bem conduzido. O procedimento libera o compartimento por onde os tendões deslizam. A indicação é discutida com riscos, benefícios e tempo médio de recuperação.

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O agendamento e as dúvidas sobre convênio podem ser resolvidos pelo WhatsApp, antes mesmo da consulta.

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Agendamento pela recepção da clínica, de segunda a sexta, em horário comercial, ou pelo WhatsApp. Ao agendar pela clínica, informe que a consulta é com o Dr. Rodrigo Barros. Os dias de consulta são informados no agendamento.

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